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Ambrótipo
No
início, não era possível fotografar pessoas
devido ao longo período de exposição. Então,
Alexander Wolcott, em New York, inventou uma cãmera sem lentes
e abriu o primeiro estúdio fotográfico em 1840, com
a vantagem de fotografar com tempo curto de exposição.
Cerca de dez anos depois, esse proceso foi aos poucos abandonado
em favor das placas fotográficas de vidro, sensibilizadas
pelo processo do colódio úmido (mais rápidas
- décimo de segundo de exposição; fabricação
e revelação mais fáceis).
Em 1852, Frederick Archer, que um ano antes havia inventado o processo
de fotografia com negativo, introduziu na Inglaterra o Ambrótipo,
tipo de fotografia cujo o efeito positivo era obtido pela fixação
da imagem em lâminas de vidro opostas a uma placa de cobre
prateado, como as usadas nos Daguerreótipo, porém
sem o típico efeito espelhado que o daguerreótipo
apresenta.
Para tornar visível (e positivo, portanto) o Ambrótipo,
é necessário um fundo preto ou pintura preta. Se o
fundo de uma placa de Ambrótipo é retirado, o resultado
se assemelha a um negativo de vidro. No entanto, sua imagem é
positiva. O colódio, seu sensibilizador, é usado em
solução mais fraca, e a placa, depois de exposta na
câmera, não pode ser reutilizada como negativo para
fazer positivos sobre o papel: é imagem para uma só
vez, como o daguerreótipo.
O processo, descoberto em 1835 por Daguerre-Niepce, só foi
oficialmente divulgado em 1839, quando o primeiro daguerre foi exposto
em New York.

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DESTAQUE

IB3a
Ambrótipo
c.1860
DESCRIÇÃO:
Estojo de madeira
em formato de livro,
revestido em couro
preto.
Forro interno de
veludo marrom.
Placa com aplicações
douradas (brinco,
broche, cordão
pulseira e anel).
Fina moldura
dourada.
DIMENSÔES:
6,5 cm x 7,5 cm x 1,5 cm
ORÍGEM:
Desconhecida
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