Quando
comecei a me interessar por arte travei contato com o que era
considerado de mais tradicional e clássico no mercado.
Dediquei muitos anos de minha vida a pesquisa relacionada à
vidros, pinturas, móveis, tapetes, arte sacra e outros
gêneros. Descobri que, mais importante que a assinatura,
o estado de conservação e o status que esta ou aquela
peça possui era a "energia" que ela era capaz
de transmitir.
Assim, acostumei-me a encarar o "tradicional" não
somente como um "investimento material" mas como referências
históricas da capacidade humana em se aprimorar e evoluir.